Investimento no Porto de Paranaguá triplicará o embarque de grãos

O governo do Paraná assinou a ordem de serviço para início das obras no cais Oeste do Porto de Paranaguá, que será realizada pela empresa vencedora da licitação, o Consórcio B201 (Tucumann e TMSA), no prazo de 18 meses. O investimento de R$ 177,6 milhões, custeado com recursos próprios da Appa (Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina), abrange o prolongamento de 100 metros da estrutura civil do berço de atracação 201 e a modernização das estruturas dos berços 201 e 202, o que possibilitará o aprofundamento do nível de dragagem para 13,70 metros.

Segundo a governadora do Estado, Cida Borghetti, a importância da obra se dá em função do aumento significativo da movimentação de cargas nos últimos anos, especialmente os embarques do complexo agroindustrial da soja. “Este empreendimento vai triplicar a capacidade de exportação de grãos. Além disso, amplia a competitividade dos produtos paranaenses e brasileiros”, afirmou. O prolongamento em 100 metros do berço 201, por exemplo, permitirá a atracação de navios de grande porte e, com isso, o aumento da capacidade anual de movimentação de carga do berço, dos atuais 2 milhões de toneladas de grãos para 6,5 milhões de toneladas.

Para o governo do Paraná, o projeto garante o escoamento da produção estadual e da área de influência do Porto de Paranaguá, que abrange os estados de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Santa Catarina e o Paraguai.

Melhoria

De acordo com Nelson Costa, superintendente da Ocepar (Organização das Cooperativas do Paraná), a ampliação do cais vai melhorar ainda mais o escoamento da produção “O porto vem em uma crescente de investimentos que ajuda os agricultores a trazer os produtos do interior sem ter fila de caminhões nem de navios. Isso reduz o custo de logística”, afirmou.

A proposta de melhoria também prevê a substituição de toda estrutura eletromecânica, incluindo dois novos carregadores de navios de 2 mil toneladas/hora – hoje operando com 1 mil toneladas/hora e 1,5 mil toneladas/hora. As reformas incluirão reforço estrutural, instalação de passarela de pedestres, troca de defensas, espaçadores metálicos e a instalação de novo dolfim (coluna) de amarração de navios. Todo projeto atende aos requisitos do PAC (Plano Ambiental de Construção), incluindo a legislação ambiental vigente.

A obra dará, ainda, um fôlego extra ao setor Leste do Porto de Paranaguá, que está sobrecarregado e não pode mais ser ampliado, abrindo novas alternativas de escoamento para o agronegócio paranaense.

Texto com base na publicação da Agência de Notícias do Paraná

FONTE: https://www.mundocoop.com.br/destaque/investimento-no-porto-de-paranagua-triplicara-o-embarque-de-graos.html

Paranaguá celebra modernização de berços de atracação

Foi assinada nesta quarta-feira, 4 de julho, a ordem de serviço para a modernização dos berços de atracação 201 e 202 e para a ampliação do berço 201 do Porto de Paranaguá (PR). A cerimônia foi liderada pela governadora paranaense Cida Borghetti (PP), que no momento substitui Beto Richa, candidato a uma vaga no Senado Federal pelo estado.

A obra está prevista para ser executada em 18 meses e está sob a responsabilidade da empresa vencedora da licitação, o Consórcio B201 (Tucumann e TMSA). O projeto consiste no prolongamento de 100 metros da estrutura civil do berço de atracação 201 e na modernização das estruturas dos berços 201 e 202, mudanças que possibilitarão o aprofundamento da navegação para 13,70 metros.

A proposta vencedora também prevê a substituição de toda estrutura eletromecânica, incluindo dois novos carregadores de navios de 2.000 toneladas/hora – hoje operando com 1.000 toneladas/hora e 1.500 toneladas/hora. As reformas incluirão reforço estrutural, instalação de passarela de pedestres, troca de defensas, espaçadores metálicos e a instalação de novo dolfim (coluna) de amarração de navios.

A governadora Cida ressaltou a importância da iniciativa em função do aumento significativo da movimentação de cargas nos últimos anos em Paranaguá, especialmente os embarques relacionados ao complexo agroindustrial da soja. “Este empreendimento vai triplicar a capacidade de exportação de grãos. Além disso, amplia a competitividade dos produtos paranaenses e brasileiros”.

De acordo com o superintendente da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), Nelson Costa, a ampliação do cais vai melhorar ainda mais o escoamento da produção paranaense e também de outros estados. “O Porto vem em uma crescente de investimentos nos últimos anos que ajuda os produtores a trazer os produtos do interior sem ter fila de caminhões nem de navios. Isso reduz o custo de logística, que vai diminuir ainda mais com este novo investimento”.

FONTE: https://portogente.com.br/noticias/portos-do-brasil/102837-porto-de-paranagua-comemora-modernizacao-de-bercos-de-atracacao


Porto de Paranaguá começa obras de ampliação e triplica capacidade

nvestimento de R$ 177,6 milhões foi anunciado (180705) para modernização dos berços de atracação 201 e 202 e a ampliação do berço 201, no Porto de Paranaguá (Paraná, sul do Brasil). Trata-se de aplicação de recursos da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA). Obra começa agora e deverá triplicar a capacidade de exportação de grãos.

O prazo de execução da obra é de 18 meses e será realizado pela empresa vencedora  da licitação, o Consórcio B201 (Tucumann e TMSA). O projeto consiste no prolongamento de 100 metros da estrutura civil do Berço de atracação 201 e modernização das estruturas dos berços 201 e 202, o que possibilitará o aprofundamento do nível de dragagem para 13,70 metros.

Aumento de capacidade vai beneficiar a exportação agrícola dos estados do Mato Grosso do Sul, São Paulo, Santa Catarina e o Paraguai.
O prolongamento em 100 metros do berço 201, no extremo Oeste do porto, permitirá a atracação no local, de navios de grande porte. Com isso, a capacidade anual de movimentação de carga do berço aumentará dos atuais 2 milhões de toneladas de grãos para 6,5 milhões de toneladas.

Nelson Costa, superintendente da Organização das Cooperativas do Paraná (OCEPAR), disse que a ampliação do cais vai melhorar o escoamento da produção. “O porto vem em uma crescente de investimentos nos últimos anos que ajuda os produtores a trazer os produtos do Interior sem ter fila de caminhões nem de navios. Isso reduz o custo de logística, que vai diminuir ainda mais com este novo investimento”, afirmou.

Marcelo Roque, prefeito de Paranaguá, crê que o novo investimento do Porto vai trazer mais desenvolvimento e empregos para o município. “A maioria das vagas a serem criadas pela execução da obra, será para os trabalhadores de Paranaguá. É mais um investimento importante que traz benefícios e empregos para o nosso município”.

Melhoria prevê a substituição de toda estrutura eletromecânica, incluindo dois novos  carregadores de navios de 2.000 toneladas/hora – hoje operando com 1000 toneladas/hora e  1.500 toneladas/hora. As reformas incluirão reforço estrutural, instalação  de passarela de pedestres, troca de defensas, espaçadores metálicos, e  a instalação de novo dolfim (coluna) de amarração de navios.

Lourenço Fregonese, diretor-presidente da APPA, afirmou que as obras de ampliação e melhorias do cais Oeste do Porto de Paranaguá respondem a um desejo antigo da comunidade portuária. “São 28 anos de espera. Desde 1990 já foram elaboradas três versões do projeto”.

Explicou que todo projeto atende os requisitos do Plano Ambiental de Construção (PAC). “O PAC apresenta todos os elementos diretamente envolvidos no processo construtivo da obra, de acordo com a legislação ambiental vigente. Fizemos tudo visando o desenvolvimento das atividades, racionalização de custos, mas sem prejuízos ao meio ambiente”. As mudanças trarão mais agilidade nas operações do Porto e a possibilidade de atracação de navios maiores e mais pesados, de até 80 mil toneladas de porte bruto (TPB).

A obra também dará um fôlego extra ao setor Leste do Porto de Paranaguá, que está sobrecarregado e não pode mais ser ampliado. Segundo projeto apresentado pela APPA, o setor Leste já vem trabalhando com demanda reprimida, principalmente em relação a graneis sólidos vegetais, e está próximo ao seu limite logístico e operacional. Com a ampliação do cais Oeste, a movimentação de cargas será triplicada, descongestionando o setor Leste, e abrindo novas alternativas de escoamento para o agronegócio do Estado do Paraná.

FONTE: http://www.noticiario.com.br/noticia.php?cod_noticia=11037


Com embarques ampliados, Paranaguá vai baratear frete e gerar 250 empregos

Em 18 meses, o Porto de Paranaguá poderá aumentar o embarque anual de grãos de 23 milhões de toneladas para 27 milhões de toneladas. A expansão se deve a uma liberação da ordem de serviço para início das obras no Cais Oeste, assinada pelo governador Beto Richa, nesta quarta-feira (21).

Com investimentos de R$ 177,58 milhões, custeados com recursos próprios da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA), as empresas vencedoras do consórcio - Tucumann e MSA - irão realizar serviços de modernização de dois berços de atracação (201 e 202) e ampliação de outro berço (201).

À Gazeta do Povo, o diretor-presidente da APPA, Luiz Henrique Dividino, explicou que o berço 201 será alongado em 100 metros. “Poderemos, no futuro, acomodar navios com até 110 mil toneladas de carga”, afirma. A proposta também prevê a substituição de dois carregadores de navios, que passarão a operar 2 mil toneladas de grãos por hora. Os atuais operam com potencial de 1 mil e 1,5 mil toneladas hora.

Obra deve gerar 250 empregos

Com a assinatura da ordem serviço nesta quarta-feira (21), o consórcio responsável pela ampliação e modernização dos berços no Cais Oeste do Porto de Paranaguá tem 30 dias para mobilizar recursos e começar as obras, revela o diretor-presidente da APPA. “Essa obra estima em torno de 250 empregos no porto, desde operador de guindaste, máquinas, entre outras funções. Isso sem contar os empregos fora”, exemplifica Luiz Henrique Dividino. O prazo de execução é de 18 meses.

Com a expansão, os embarques no berço passarão dos atuais 2 milhões de toneladas de grãos para 6,5 milhões de toneladas por ano. “Este empreendimento vai triplicar a capacidade de exportação de grãos. Além disso, amplia a competitividade dos produtos paranaenses e brasileiros”, afirmou Beto Richa durante a assinatura, na tarde de quarta-feira, em Curitiba.

Já a modernização das estruturas dos berços 201 e 202 possibilitará o aprofundamento do nível de dragagem para 13,70 metros. “Quando falamos nessa obra, é sempre importante destacar a conexão com a dragagem. Nossa preocupação sempre foi ter um porto mais profundo e com maior capacidade”, destaca Dividino.

Frete e produtividade

Ao chegar a 27 milhões de toneladas de grãos embarcados, o crescimento aproximado total é de 20% para granéis sólidos. “Vamos maximizar o que temos e aumentar o volume de carga. Estamos praticamente criando um novo corredor de exportação”, comenta Dividino.

Outra vantagem será a redução do frete marítimo em quase US$ 5 por tonelada, completa o presidente da APPA: “Na medida em que você cria condições para navios maiores, por uma questão de escala é possível reduzir o frete. Hoje temos [no Porto] navios de 65 mil toneladas. Depois teremos de 90 mil e com possibilidade para atender navios de até 110 mil toneladas”.

Recentemente, atracou no Porto uma embarcação próxima a esse porte: o navio Jubilant Devotion recebeu 87 mil toneladas de farelo de soja.

Fonte: Gazeta do Povo
FONTE: https://www.usuport.org.br/Noticia/14149/Com-embarques-ampliados-Paranagua-vai-baratear-frete-e-gerar-250-empregos


PORTO DE PARANAGUÁ: Obra de R$ 177 milhões vai triplicar embarque de grãos

O governador Beto Richa liberou nesta quarta-feira (21/03), no Palácio Iguaçu, em Curitiba, a ordem de serviço para início das obras no cais Oeste do Porto de Paranaguá. O investimento de R$ 177,58 milhões abrange modernização dos berços de atracação 201 e 202 e de ampliação do berço 201. O projeto será custeado com recursos próprios da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa).

Aumento da movimentação - Richa ressaltou a importância da obra tendo em vista o aumento significativo da movimentação de cargas nos últimos anos, especialmente os embarques do complexo agroindustrial da soja. “Essa é mais uma demonstração da boa governança implantada nas empresas públicas do Estado do Paraná”, destacou Richa.

Triplo da capacidade - “Este empreendimento vai triplicar a capacidade de exportação de grãos. Além disso, amplia a competitividade dos produtos paranaenses e brasileiros”, afirmou o governador. Segundo ele, o projeto garante o escoamento da produção do Paraná e da área de influência do Porto de Paranaguá, que abrange os estados do Mato Grosso do Sul, São Paulo, Santa Catarina e o Paraguai.

Cronograma - O prazo de execução da obra é de 18 meses e será realizado pela empresa vencedora da licitação, o Consórcio B201 (Tucumann e TMSA). O projeto consiste no prolongamento de 100 metros da estrutura civil do Berço de atracação 201 e modernização das estruturas dos berços 201 e 202, o que possibilitará o aprofundamento do nível de dragagem para 13,70 metros.

Substituição - A proposta também prevê a substituição de toda estrutura eletromecânica, incluindo dois novos carregadores de navios de 2.000 toneladas/hora - hoje operando com 1000 toneladas/hora e 1.500toneladas/hora. As reformas incluirão reforço estrutural, instalação de passarela de pedestres, troca de defensas, espaçadores metálicos, e a instalação de novo dolfim (coluna) de amarração de navios.

Demanda antiga - O secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, lembrou que as obras de ampliação e melhorias do cais oeste do Porto de Paranaguá respondem a um desejo antigo da comunidade portuária. “São 28 anos de espera. Desde 1990 já foram elaboradas três versões do projeto”, explicou ele.

Segunda grande obra - “Esta será a segunda grande obra com recursos públicos no cais do Porto de Paranaguá em 80 anos, sendo as duas executadas nesta gestão. Uma obra que vai elevar o patamar do Porto”, declarou o secretário. Ele citou a reforma nos 1,9 mil metros lineares do cais de acostagem e a trocas de quatro shiploaders (carregadores de navios).

Frete menor - O diretor-presidente da Appa, Luiz Henrique Dividino, disse que com a obra, incluindo as dragagens realizadas, será possível baixar o frete marítimo em quase US$ 5 por tonelada. “Isso irá repercurtir positivamente para o agronegócio paranaense. Preparamos o Porto para que se possa produzir mais”, afirmou.

Agilidade - Segundo ele, as mudanças trarão mais agilidade nas operações do porto e a possibilidade de atracação de navios maiores e mais pesados, de até 80 mil toneladas de porte bruto (TPB). O prolongamento em 100 metros do berço 201, no extremo Oeste do porto, permitirá a atracação de navios de grande porte. Com isso, a capacidade anual de movimentação do berço aumentará dos atuais 2 milhões de toneladas de grãos para 6,5 milhões de toneladas.

Plano Ambiental - Dividino explica que todo projeto atende os requisitos do Plano Ambiental de Construção – PAC. “O PAC apresenta todos os elementos diretamente envolvidos no processo construtivo da obra, de acordo com a legislação ambiental vigente. Fizemos tudo visando o desenvolvimento das atividades, racionalização de custos, mas sem prejuízos ao meio ambiente”, enfatiza.

Fôlego - A obra também dará um fôlego extra ao setor leste do Porto de Paranaguá, que está sobrecarregado e não pode mais ser ampliado. Segundo projeto apresentado pela Appa, o setor leste já vem trabalhando com demanda reprimida, principalmente em relação a graneis sólidos vegetais, e está próximo ao seu limite logístico e operacional.

Novas alternativas - Com a ampliação do cais oeste, a movimentação de cargas será triplicada, descongestionando o setor leste, e abrindo novas alternativas de escoamento para o agronegócio do Estado do Paraná.

Presenças - Participaram da solenidade o deputado estadual Tião Medeiros; presidente da Companhia de Habitação do Paraná, Abelardo Lupion; e o diretor de engenharia da APPA, Paulinho Dalmaz. (Agência de Notícias do Paraná)

 

FONTE: http://www.paranacooperativo.coop.br/ppc/index.php/sistema-ocepar/comunicacao/2011-12-07-11-06-29/ultimas-noticias/116980-porto-de-paranagua-obra-de-r-177-milhoes-vai-triplicar-embarque-de-graos


Com embarques ampliados, Paranaguá vai baratear frete e gerar 250 empregos

Em 18 meses, o Porto de Paranaguá poderá aumentar o embarque anual de grãos de 23 milhões de toneladas para 27 milhões de toneladas. A expansão se deve a uma liberação da ordem de serviço para início das obras no Cais Oeste, assinada pelo governador Beto Richa, nesta quarta-feira (21).

Com investimentos de R$ 177,58 milhões, custeados com recursos próprios da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA), as empresas vencedoras do consórcio - Tucumann e MSA - irão realizar serviços de modernização de dois berços de atracação (201 e 202) e ampliação de outro berço (201).

À Gazeta do Povo, o diretor-presidente da APPA, Luiz Henrique Dividino, explicou que o berço 201 será alongado em 100 metros. “Poderemos, no futuro, acomodar navios com até 110 mil toneladas de carga”, afirma. A proposta também prevê a substituição de dois carregadores de navios, que passarão a operar 2 mil toneladas de grãos por hora. Os atuais operam com potencial de 1 mil e 1,5 mil toneladas hora.

Obra deve gerar 250 empregos

Com a assinatura da ordem serviço nesta quarta-feira (21), o consórcio responsável pela ampliação e modernização dos berços no Cais Oeste do Porto de Paranaguá tem 30 dias para mobilizar recursos e começar as obras, revela o diretor-presidente da APPA. “Essa obra estima em torno de 250 empregos no porto, desde operador de guindaste, máquinas, entre outras funções. Isso sem contar os empregos fora”, exemplifica Luiz Henrique Dividino. O prazo de execução é de 18 meses.

Com a expansão, os embarques no berço passarão dos atuais 2 milhões de toneladas de grãos para 6,5 milhões de toneladas por ano. “Este empreendimento vai triplicar a capacidade de exportação de grãos. Além disso, amplia a competitividade dos produtos paranaenses e brasileiros”, afirmou Beto Richa durante a assinatura, na tarde de quarta-feira, em Curitiba.

Já a modernização das estruturas dos berços 201 e 202 possibilitará o aprofundamento do nível de dragagem para 13,70 metros. “Quando falamos nessa obra, é sempre importante destacar a conexão com a dragagem. Nossa preocupação sempre foi ter um porto mais profundo e com maior capacidade”, destaca Dividino.

Frete e produtividade

Ao chegar a 27 milhões de toneladas de grãos embarcados, o crescimento aproximado total é de 20% para granéis sólidos. “Vamos maximizar o que temos e aumentar o volume de carga. Estamos praticamente criando um novo corredor de exportação”, comenta Dividino.

Outra vantagem será a redução do frete marítimo em quase US$ 5 por tonelada, completa o presidente da APPA: “Na medida em que você cria condições para navios maiores, por uma questão de escala é possível reduzir o frete. Hoje temos [no Porto] navios de 65 mil toneladas. Depois teremos de 90 mil e com possibilidade para atender navios de até 110 mil toneladas”.

Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/agronegocio/logistica/com-embarques-ampliados-paranagua-vai-baratear-frete-e-gerar-250-empregos-3h7avk1wh9ktt4xd0rss1fnsf/
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Obra de R$ 177 milhões vai triplicar embarque de grãos

Projeto vai modernizar os berços 201 e 202 e prevê dois novos carregadores de navios, que substituirão estruturas mais antigas e lentas. O cais vai ganhar mais 100 metros e a capacidade anual de movimentação de carga aumentará de 2 milhões de toneladas de grãos para 6,5 milhões.

O governador Beto Richa liberou nesta quarta-feira (21), no Palácio Iguaçu, a ordem de serviço para início das obras no cais Oeste do Porto de Paranaguá. O investimento de R$ 177,58 milhões abrange modernização dos berços de atracação 201 e 202 e de ampliação do berço 201. O projeto será custeado com recursos próprios da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa).

Richa ressaltou a importância da obra tendo em vista o aumento significativo da movimentação de cargas nos últimos anos, especialmente os embarques do complexo agroindustrial da soja. “Essa é mais uma demonstração da boa governança implantada nas empresas públicas do Estado do Paraná”, destacou Richa.

“Este empreendimento vai triplicar a capacidade de exportação de grãos. Além disso, amplia a competitividade dos produtos paranaenses e brasileiros”, afirmou o governador. Segundo ele, o projeto garante o escoamento da produção do Paraná e da área de influência do Porto de Paranaguá, que abrange os estados do Mato Grosso do Sul, São Paulo, Santa Catarina e o Paraguai.

CRONOGRAMA – O prazo de execução da obra é de 18 meses e será realizado pela empresa vencedora da licitação, o Consórcio B201 (Tucumann e TMSA). O projeto consiste no prolongamento de 100 metros da estrutura civil do Berço de atracação 201 e modernização das estruturas dos berços 201 e 202, o que possibilitará o aprofundamento do nível de dragagem para 13,70 metros.

A proposta também prevê a substituição de toda estrutura eletromecânica, incluindo dois novos carregadores de navios de 2.000 toneladas/hora – hoje operando com 1000 toneladas/hora e 1.500toneladas/hora. As reformas incluirão reforço estrutural, instalação de passarela de pedestres, troca de defensas, espaçadores metálicos, e a instalação de novo dolfim (coluna) de amarração de navios.

O secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, lembrou que as obras de ampliação e melhorias do cais oeste do Porto de Paranaguá respondem a um desejo antigo da comunidade portuária. “São 28 anos de espera. Desde 1990 já foram elaboradas três versões do projeto”, explicou ele.

“Esta será a segunda grande obra com recursos públicos no cais do Porto de Paranaguá em 80 anos, sendo as duas executadas nesta gestão. Uma obra que vai elevar o patamar do Porto”, declarou o secretário. Ele citou a reforma nos 1,9 mil metros lineares do cais de acostagem e a trocas de quatro shiploaders (carregadores de navios).

FRETE MENOR – O diretor-presidente da Appa, Luiz Henrique Dividino, disse que com a obra, incluindo as dragagens realizadas, será possível baixar o frete marítimo em quase US$ 5 por tonelada. “Isso irá repercurtir positivamente para o agronegócio paranaense. Preparamos o Porto para que se possa produzir mais”, afirmou.

Segundo ele, as mudanças trarão mais agilidade nas operações do porto e a possibilidade de atracação de navios maiores e mais pesados, de até 80 mil toneladas de porte bruto (TPB). O prolongamento em 100 metros do berço 201, no extremo Oeste do porto, permitirá a atracação de navios de grande porte. Com isso, a capacidade anual de movimentação do berço aumentará dos atuais 2 milhões de toneladas de grãos para 6,5 milhões de toneladas.

Dividino explica que todo projeto atende os requisitos do Plano Ambiental de Construção – PAC. “O PAC apresenta todos os elementos diretamente envolvidos no processo construtivo da obra, de acordo com a legislação ambiental vigente. Fizemos tudo visando o desenvolvimento das atividades, racionalização de custos, mas sem prejuízos ao meio ambiente”, enfatiza.

FÔLEGO – A obra também dará um fôlego extra ao setor leste do Porto de Paranaguá, que está sobrecarregado e não pode mais ser ampliado. Segundo projeto apresentado pela Appa, o setor leste já vem trabalhando com demanda reprimida, principalmente em relação a graneis sólidos vegetais, e está próximo ao seu limite logístico e operacional.

Com a ampliação do cais oeste, a movimentação de cargas será triplicada, descongestionando o setor leste, e abrindo novas alternativas de escoamento para o agronegócio do Estado do Paraná.

PRESENÇAS- Participaram da solenidade o deputado estadual Tião Medeiros; presidente da Companhia de Habitação do Paraná, Abelardo Lupion; e o diretor de engenharia da APPA, Paulinho Dalmaz.

Fonte: AEN-PR – 21/03/2018 13:40

 

FONTE: https://www.sintracoop.com.br/obra-de-r-177-milhoes-vai-triplicar-embarque-de-graos/


TCP inicia expansão em Paranaguá

A TCP, empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá (PR), começou as obras de expansão do terminal. A licença do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) liberando as obras saiu dia 24 de novembro.

Serão investidos R$ 550 milhões até 2019 para ampliar a capacidade de movimentação de 1,5 milhão de Teus (contêiner de 20 pés) por ano para 2,5 milhões de Teus. O investimento é contrapartida à renovação antecipada do arrendamento por mais 25 anos, válidos a partir de 2024. A prorrogação antecipada foi assinada em abril de 2016 pelo governo federal.

As melhorias preveem expansão do cais de atracação, que terá mais 220 metros, para 1.099 metros de extensão; a construção de píeres exclusivos para navios que fazem o transporte de veículos; e a ampliação do pátio do terminal de 330 mil m2 para quase 500 mil m2.

Os recursos para a obra foram obtidos por meio de emissão de debêntures, que somou R$ 588 milhões. A obra é realizada pela Porto Construtora, joint venture entre Pattac e Tucumann, dois sócios da TCP.

"Vamos continuar sendo competitivos num jogo cada vez mais eficiente", disse o presidente da TCP, Luiz Alves. Segundo o executivo, a concentração de mercado de terminais portuários é uma tendência inexorável. "Em relação a dez anos, há uma diminuição do número de terminais apesar de o mercado ter crescido." Em setembro, TCP e a China Merchants Port Holdings fecharam um contrato vinculante pelo qual o grupo asiático comprará 90% da TCP.

Fonte: Valor

FONTE: https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/tcp-inicia-expansao-em-paranagua


Novos pátios em Paranaguá podem ter obras retomadas em novembro

PARANAGUÁ - Atualizando o sistema de informações, a equipe da ConVisão apurou que a obra de reconstrução dos muros e recomposição dos pavimentos dos novos pátios em Paranaguá - PR, a cargo do Consórcio formado pela Tucumann Engenharia e Redram Construtora, encontram-se paralisadas e poderão ser retomadas em novembro. O empreendimento de infraestrutura é uma iniciativa da APPA - Porto de Paranaguá e Antonina - PR.

 

FONTE: http://www.convisao.com.br/publicacao/sites/cnc/2017/2017_09/materias/605303_222492/index.htm


MODERNIZACIÓN DE PUERTO DE PISCO SE INICIARÁ ENTRE MARZO Y MAYO DEL 2017

—Duración de la obra se estima en dos años y medio, y requerirá una inversión de US$ 230 millones. Este año, terminal portuario transportará 1.8 millones de toneladas de carga.

La modernización del Terminal Portuario General San Martín de Pisco comenzará entre marzo y mayo del 2017, adelantó a Gestión Sergio Nichele Junior, gerente general adjunto de Terminal Portuario Paracas, concesionario del puerto. El Consorcio Paracas ganó la concesión del puerto en el 2014 por 30 años, con el fin de mejorar su infraestructura logística para impulsar el tránsito de mercancías en la región sur para exportar. “La obra empezará el próximo año, una vez que firmemos la adenda de bancabilidad que está en marcha, y que es un proceso que lleva el Estado peruano”, detalló el ejecutivo.

Plazos

La duración de la obra se estima dure dos años y medio, y demandaría una inversión en torno a los US$ 230 millones. “Por contrato de concesión deberíamos desarrollar las obras en cuatro etapas de inversión de acuerdo a la demanda. Pero el directorio de la empresa ha decidido hacerlo todo en una sola etapa. Es decir, hacer toda la inversión y las complementarias en los próximos dos años y medio”indicó.

Este año esperan mantener el volumen de carga transportada en el puerto, que es de 1.8 millones de toneladas al año. Pero al 2018 esperan aumentarla en 10%.

Sergio Nichele indicó que el fuerte del puerto es la carga refrigerada, que genera mayor flete a las líneas navieras. Pero existe demanda de carga seca o granel (productos de acero, minerales, fertilizantes, maíz).

Incursión Las empresas integrantes del Consorcio Paracas, ganador de la buena pro del terminal portuario, la española Servinoga SL, y las brasileñas Tucumán Engenharia e Empreendimentos Ltda, Pattac Empreendimentos e Participacoes SA, y Fortesolo Servicios Integrados Ltda, estarían interesadas en incursionar en el Perú en otros negocios. “Estas empresas en Brasil y España están en otros rubros como el de carreteras, acuarios, reservas naturales, proyectos eólicos entre otros, por lo que evalúan oportunidades en Perú. Dos de estas empresas son gestores del Cristo Corcovado y las cataratas de Iguazú”, mencionó Sergio Nichele Junior.

FONTE: https://www.apam-peru.com/web/modernizacion-de-puerto-de-pisco-se-iniciara-entre-marzo-y-mayo-del-2017/


Definida a construtora que fará obra de modernização no Porto de Paranaguá

A concorrência nº 53/2015 da APPA - Porto de Paranaguá e Antonina - PR, para modernização e ampliação de berços de atracação no Porto de Paranaguá - PR, foi homologada e foi declarada como vencedor o Consórcio formado pelas construtoras Tucumann e Redram. As empresas planejam a equipe e aguardam assinatura de contrato. O valor-base da foi de R$ 178 milhões, e a expectativa é de início até junho deste ano.

 

FONTE: http://www.convisao.com.br/publicacao/sites/cnc/2016/2016_04/materias/589890_185591/materia.htm


Definida a construtora que fará obra de modernização no Porto de Paranaguá

A concorrência nº 53/2015 da APPA - Porto de Paranaguá e Antonina - PR, para modernização e ampliação de berços de atracação no Porto de Paranaguá - PR, foi homologada e foi declarada como vencedor o Consórcio formado pelas construtoras Tucumann e Redram. As empresas planejam a equipe e aguardam assinatura de contrato. O valor-base da foi de R$ 178 milhões, e a expectativa é de início até junho deste ano.

 

FONTE: http://www.convisao.com.br/publicacao/sites/cnc/2016/2016_04/materias/589890_185591/materia.htm


TERMINAL PORTUÁRIO PERUANO SERÁ GERIDO PELAS BRASILEIRAS TUCUMANN E PATTAC

 

O Terminal Portuário General San Martin, na cidade de Pisco, no Peru, será modernizado e terá sua gestão assumida pelos grupos paranaenses Tucumann e Pattac, em associação com a espanhola Servinoga. Os investimentos chegarão a US$ 180 milhões e a vigência do contrato será de 30 anos para a operação do terminal.

O planejamento é de nos próximos três anos fazer obras de modernização do cais, construção de um pátio de armazenamento, dragagem de 12 metros de profundidade no canal de acesso e a construção de uma área de manobra e cais. O principal objetivo com essas mudanças é permitir que o terminal receba navios de grande porte e passe a atrair cargas na rota para a Ásia pelos oceanos Pacífico e Índico.

Os grupos já são sócios no Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP) e no consórcio vencedor da licitação do terminal peruano, Paracas, liderado pela holding Tertium – que tem como participantes Pattac, Tucumann e Servinoga – com 90% de participação, em associação com a Fortesolo Serviços Integrados (10%).

 

FONTE: https://petronoticias.com.br/56262/


Tucumann e Pattac vão investir R$ 180 mi no Peru

Os grupos paranaenses Tucumann e Pattac, em associação com a espanhola Servinog, vão investir US$ 180 milhões na modernização e na gestão do Terminal Portuário General San Martin, na cidade de Pisco, no Peru. Os grupos já são sócios do Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP) e fazem parte do consórcio Paracas, que venceu a licitação para operar o terminal peruano por 30 anos. A expectativa é faturar US$ 100 milhões.

Em nota, o consórcio diz que nos próximos três anos deverão ser executadas obras de modernização do cais, construção de um pátio de armazenamento, dragagem de 12 metros de profundidade no canal de acesso e a construção de uma área de manobra e cais. O consórcio Paracas S.A. é liderado pela holding Tertium –que tem como participantes a Pattac, Tucumann e Servinoga – com 90% em associação com a Fortesolo Serviços Integrados (10%).

A intenção é possibilitar ao terminal receber navios de grande porte e atrair cargas na rota para a Ásia pelos oceanos Pacífico e Índico.
Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/economia/tucumann-e-pattac-vao-investir-r-180-mi-no-peru-ecu5xz3crg1lot4trae7ja15a/
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Grupo brasileiro vence licitação de terminal no Peru

Fonte: Valor Econômico
Os grupos paranaenses Tucumann e Pattac, em associação com a espanhola Servinog, estão chegando ao Peru para operar e administrar um terminal de contêineres no litoral do país. Por meio do Consórcio Paracas, o grupo venceu a licitação internacional, apresentando a melhor oferta para fazer a gestão e modernização do Terminal Portuário General San Martin, que fica na cidade de Pisco, 270 km abaixo da capital Lima.
A assinatura do contrato está marcada para o dia 21, em evento no palácio presidencial peruano, com a presença do presidente da República, Ollanta Humala, e de outras autoridades do país. O diretor de relações institucionais do grupo Tucumann, Guilherme Michaelis, diz que o consórcio já forneceu todas as garantias financeiras ao negócio e que, após esse ato, estará apto a assumir o terminal no prazo de 30 dias.
Tucumann, Pattac e Servinog, que já são sócios em outros negócios no Brasil na área de infraestrutura, participaram da concorrência peruana por meio da holding Tertium Participações. A Tertium detém 90% do Consórcio Paracas e a também brasileira Fortesolo, ficou com os 10% restantes.
Os três acionistas da holding Tertium são sócios no Terminal de Contêineres de Paranaguá, o TCP, que movimenta 1,5 milhão de unidades por ano e obteve faturamento de R$ 480 milhões em 2013. Juntos, eles detêm 23% do TCP. Cinco anos atrás venderam 50% do consórcio para o fundo de private equity Advent.
O prazo de concessão do terminal de Pisco é de 30 anos, com o compromisso de investimentos que somam US$ 230 milhões para modernizar o porto. O objetivo da agência peruana Proinversión, responsável pela licitação, é tornar o acanhado terminal apto a atender a futura demanda local e internacional, podendo receber navios de águas profundas. O alvo de operações visa basicamente a rota de cargas para a Ásia via os oceanos Pacífico e Índico.
Com o terminal de Paracas, como é conhecido por estar situado na baía do mesmo nome, os vencedores da licitação, que enfrentaram a gigante Maersk, pretendem compartilhar a área de influência do Porto de Callao, que fica na região metropolitana de Lima e é o maior do país. Lá já operam grandes empresas do setor, como a APM Terminals e a DW World, de Dubai.
À frente da Tertium foi escalado o espanhol David Simon Herranz, radicado no Brasil desde 1999 e que participou da gestão do TCP, criado em 1998, tendo como um dos acionistas uma empresa de Barcelona. A holding, formada em 2012 com 33,3% de cada sócio, terá como foco negócios em infraestrutura e logística.
Atualmente, além do terminal peruano, a Tertium tem dois ativos que são transitórios. A Itajaí Biogás e Energia, usina térmica instalada em um aterro sanitário de médio porte, e a EBCF, empresa dedicada à área de conservação de florestas privadas.
Segundo Herranz, nos primeiros três anos serão investidos US$ 150 milhões no terminal de Pisco. Os recursos serão usados na compra de equipamentos e em dragagem do porto, para atingir 16 metros de calado e receber grandes navios. Hoje tem porte médio, 700 metros de cais e é operado por uma estatal peruana. Movimenta basicamente carga geral, granéis e minérios.
O executivo diz que a operação de contêineres, considerada carga nobre, vai dar novo perfil ao terminal no prazo de três anos, quando concluir seu plano de modernização. Ele informa que o consórcio entrará com 30% dos recursos e 70% virão de financiamentos de instituições como o BID (Banco Interamerricano de Desenvolvimento), Corporacíon Andina, entre outras instituições financeiras.
A expectativa de receita do terminal de Paracas, quando estiver operando com contêineres, é de US$ 100 milhões ao ano, informa Herranz. A região, onde há presença de cultura de povo incaico, é uma grande produtora agrícola para exportação (uva, aspargo, pimentão e outras culturas).
O objetivo dos três sócios, diz o executivo, é que a Tertium atue em projetos portuários em várias regiões brasileiras, além do exterior. "Já temos alguns alvos em análise no Brasil e países da América Central, como Honduras e El Salvador", informa Herranz. A estratégia será desenvolver projetos e buscar parceiros financeiros e com expertise.
O grupo Tucumann, que tem como origem na área de engenharia e construção pesada, foi fundado em 1990 por duas famílias. A de José Maria Miller, um engenheiro que se firmou no mundo só negócios em Guarapuava e detém 87% do grupo. A outra família é a de João Glück, de origem alemã, dona dos 17% restantes.
A expansão do grupo, ao longo dos anos, centrou-se em infraestrutura portuária e aeroportuária e em obras industriais. Atualmente, além do TCP e Tertium, tem participações na concessão rodoviária Caminhos do Mar (no Paraná), em três concessões de parques (Cataratas do Iguaçú, EcoNoronha e Paineiras Corcovado), em entretenimento e turismo (projeto ÁguaRio, no Porto Maravilha), em mobilidade urbana (ETM Estacionamentos), na Via Oceânica, de Niterói, além da EBCF e Itajaí Biogás.
A divisão de engenharia e obras do grupo, no ano passado, faturou cerca de R$ 250 milhões, de acordo com diretor Guilherme Michaelis. O executivo está à frente da área institucional da Tucumann desde 2010.
FONTE: http://www.sindaport.com.br/conteudo-pesquisa.php?id=7696

GRUPO BRASILEIRO VENCE LICITAÇÃO DE TERMINAL NO PERU

Os grupos paranaenses Tucumann e Pattac, em associação com a espanhola Servinog, estão chegando ao Peru para operar e administrar um terminal de contêineres no litoral do país. Por meio do Consórcio Paracas, o grupo venceu a licitação internacional, apresentando a melhor oferta para fazer a gestão e modernização do Terminal Portuário General San Martin, que fica na cidade de Pisco, 270 km abaixo da capital Lima.

A assinatura do contrato está marcada para o dia 21, em evento no palácio presidencial peruano, com a presença do presidente da República, Ollanta Humala, e de outras autoridades do país. O diretor de relações institucionais do grupo Tucumann, Guilherme Michaelis, diz que o consórcio já forneceu todas as garantias financeiras ao negócio e que, após esse ato, estará apto a assumir o terminal no prazo de 30 dias.

Tucumann, Pattac e Servinog, que já são sócios em outros negócios no Brasil na área de infraestrutura, participaram da concorrência peruana por meio da holding Tertium Participações. A Tertium detém 90% do Consórcio Paracas e a também brasileira Fortesolo, ficou com os 10% restantes.

Os três acionistas da holding Tertium são sócios no Terminal de Contêineres de Paranaguá, o TCP, que movimenta 1,5 milhão de unidades por ano e obteve faturamento de R$ 480 milhões em 2013. Juntos, eles detêm 23% do TCP. Cinco anos atrás venderam 50% do consórcio para o fundo de private equity Advent.

O prazo de concessão do terminal de Pisco é de 30 anos, com o compromisso de investimentos que somam US$ 230 milhões para modernizar o porto. O objetivo da agência peruana Proinversión, responsável pela licitação, é tornar o acanhado terminal apto a atender a futura demanda local e internacional, podendo receber navios de águas profundas. O alvo de operações visa basicamente a rota de cargas para a Ásia via os oceanos Pacífico e Índico.

Com o terminal de Paracas, como é conhecido por estar situado na baía do mesmo nome, os vencedores da licitação, que enfrentaram a gigante Maersk, pretendem compartilhar a área de influência do Porto de Callao, que fica na região metropolitana de Lima e é o maior do país. Lá já operam grandes empresas do setor, como a APM Terminals e a DW World, de Dubai.

À frente da Tertium foi escalado o espanhol David Simon Herranz, radicado no Brasil desde 1999 e que participou da gestão do TCP, criado em 1998, tendo como um dos acionistas uma empresa de Barcelona. A holding, formada em 2012 com 33,3% de cada sócio, terá como foco negócios em infraestrutura e logística.

Atualmente, além do terminal peruano, a Tertium tem dois ativos que são transitórios. A Itajaí Biogás e Energia, usina térmica instalada em um aterro sanitário de médio porte, e a EBCF, empresa dedicada à área de conservação de florestas privadas.

Segundo Herranz, nos primeiros três anos serão investidos US$ 150 milhões no terminal de Pisco. Os recursos serão usados na compra de equipamentos e em dragagem do porto, para atingir 16 metros de calado e receber grandes navios. Hoje tem porte médio, 700 metros de cais e é operado por uma estatal peruana. Movimenta basicamente carga geral, granéis e minérios.

O executivo diz que a operação de contêineres, considerada carga nobre, vai dar novo perfil ao terminal no prazo de três anos, quando concluir seu plano de modernização. Ele informa que o consórcio entrará com 30% dos recursos e 70% virão de financiamentos de instituições como o BID (Banco Interamerricano de Desenvolvimento), Corporacãon Andina, entre outras instituições financeiras.

A expectativa de receita do terminal de Paracas, quando estiver operando com contêineres, é de US$ 100 milhões ao ano, informa Herranz. A região, onde há presença de cultura de povo incaico, é uma grande produtora agrícola para exportação (uva, aspargo, pimentão e outras culturas).

O objetivo dos três sócios, diz o executivo, é que a Tertium atue em projetos portuários em várias regiões brasileiras, além do exterior. “Já temos alguns alvos em análise no Brasil e países da América Central, como Honduras e El Salvador”, informa Herranz. A estratégia será desenvolver projetos e buscar parceiros financeiros e com expertise.

O grupo Tucumann, que tem como origem na área de engenharia e construção pesada, foi fundado em 1990 por duas famílias. A de José Maria Miller, um engenheiro que se firmou no mundo só negócios em Guarapuava e detém 87% do grupo. A outra família é a de João Glück, de origem alemí, dona dos 17% restantes.

A expansão do grupo, ao longo dos anos, centrou-se em infraestrutura portuária e aeroportuária e em obras industriais. Atualmente, além do TCP e Tertium, tem participações na concessão rodoviária Caminhos do Mar (no Paraná), em três concessões de parques (Cataratas do Iguaçú, EcoNoronha e Paineiras Corcovado), em entretenimento e turismo (projeto ÁguaRio, no Porto Maravilha), em mobilidade urbana (ETM Estacionamentos), na Via Oceânica, de Niterói, além da EBCF e Itajaí Biogás.

A divisão de engenharia e obras do grupo, no ano passado, faturou cerca de R$ 250 milhões, de acordo com diretor Guilherme Michaelis. O executivo está à frente da área institucional da Tucumann desde 2010.

 

FONTE: https://www.kincaid.com.br/grupo-brasileiro-vence-licitacao-de-terminal-no-peru/


Volumen movilizado por el puerto de Paracas se ha multiplicado por más de 200 entre el 2010 y 2024

Volumen movilizado por el puerto de Paracas se ha multiplicado por más de 200 entre el 2010 y 2024
Este desempeño también responde a su ubicación estratégica. Su cercanía a las zonas agroindustriales de Ica, Chincha y Cañete reduce los tiempos y costos de transporte terrestre, lo que atrae a exportadores de sectores sensibles al tiempo como el agroexportador. Su zona de influencia se extiende a regiones como Ayacucho, Apurímac, Cusco, Arequipa, Moquegua y Tacna, inclusive.

(Agraria.pe) El caso del puerto de Paracas (Ica) evidencia cómo una gestión concesionada con inversión privada sostenida puede transformar por completo un terminal subutilizado en una infraestructura clave para el comercio exterior del sur del país. Su desempeño reciente ratifica el impacto positivo de este modelo en la logística nacional.

Así lo señaló la Sociedad de Comercio Exterior del Perú (Comex Perú), quien indicó que en las últimas semanas, se ha venido discutiendo en el Congreso de la República un proyecto de ley que busca modificar la Ley del Sistema Portuario Nacional (LSPN). La propuesta plantea que el Estado tenga una participación mayoritaria del 60% en futuras concesiones portuarias y limita la participación privada al 40%.

“Este cambio en el esquema actual contrastaría con los avances logrados en los últimos años a partir del modelo de concesiones, que ha permitido importantes mejoras en infraestructura, eficiencia y competitividad. Un caso emblemático de estos resultados es el puerto de Paracas”, manifestó el gremio de comercio internacional.

Señaló que este terminal fue administrado por la Empresa Nacional de Puertos (Enapu) hasta 2014. Durante ese período, su operación fue limitada: en 2010 movilizó apenas 335 TEU y, entre 2011 y 2013, según cifras de la Autoridad Portuaria Nacional (APN), el volumen total movilizado fue de solo 241 TEU. La situación cambió con la adjudicación de la concesión a la empresa Terminal Portuario Paracas (TPP).

Resaltó que las inversiones comenzaron a ejecutarse en 2018, año que marcó el inicio de una etapa clave en la transformación del terminal. El contrato de concesión contempla un compromiso de inversión total de US$ 249 millones, de los cuales ya se han ejecutado US$ 194 millones a junio de 2025, según cifras de Ositrán. Estos recursos han permitido dotar al puerto de una infraestructura moderna y eficiente: un muelle de 700 metros de longitud, con calados de hasta 14 metros, que permite atender embarcaciones de gran calado; un antepuerto con capacidad para 200 camiones; más de 11 hectáreas de patios operativos y más de 1,200 conexiones eléctricas para contenedores refrigerados. Asimismo, el terminal cuenta con un depósito de 100,000 metros cuadrados, donde se ofrecen servicios logísticos como limpieza, mantenimiento, gasificación y tratamiento en frío para contenedores vacíos.

Comex Perú dijo que en conjunto, estas mejoras han consolidado al puerto de Paracas como una de las infraestructuras portuarias de mayor crecimiento del país en términos de movimiento de carga. En 2022, movilizó 13.575 TEU; en 2023, duplicó esa cifra, con 28.246 TEU; y en 2024 alcanzó los 77.500 TEU, lo que representó un crecimiento del 174.4% en un solo año, según cifras de la APN. En el primer trimestre de 2025, ya ha movilizado 26.698 TEU, un crecimiento interanual del 69.1%, y se proyecta un cierre anual superior a los 90.000 TEU, según estimaciones de TPP. Desde 2010, el volumen se ha multiplicado por más de 200, lo que evidencia el impacto transformador de la inversión privada.

El gremio dijo que este desempeño también responde a su ubicación estratégica. Su cercanía a las zonas agroindustriales de Ica, Chincha y Cañete reduce los tiempos y costos de transporte terrestre, lo que atrae a exportadores de sectores sensibles al tiempo como el agroexportador. Su zona de influencia se extiende a regiones como Ayacucho, Apurímac, Cusco, Arequipa, Moquegua y Tacna, inclusive. Esto se refleja en la evolución de su participación en el manejo de carga refrigerada: en 2022, representaba solo el 5% de su movimiento; para 2024, esa participación alcanzó el 32%, y consolidó su rol como alternativa al puerto del Callao para el sur del país, según lo expuesto por César Rojas, gerente general del Terminal Portuario General San Martín.

Otro elemento fundamental ha sido la capacidad del concesionario para atraer navieras y establecer rutas con destinos internacionales estratégicos. Actualmente operan en Paracas líneas como MSC, Maersk, CMA CGM, Seaboard y ONE, con conexiones hacia puertos de Estados Unidos (Miami, Houston, Filadelfia, Los Ángeles, Savannah, Hueneme), Canadá, Panamá, Colombia y los principales nodos logísticos de Europa, como Rotterdam, Valencia y Algeciras. En 2023, el 75% de los embarques desde el puerto tuvo como destino EE. UU.; en 2024, esa participación subió al 85%, lo que da cuenta de una integración comercial creciente con el gigante norteamericano.

En cuanto a los productos exportados, el puerto movilizó principalmente bienes no tradicionales del sector agroindustrial en el primer trimestre de 2025, como uvas frescas (US$ 264 millones), cebollas (US$ 9.4 millones), arándanos (US$ 8.8 millones), granadas (US$ 7.3 millones) y cacao en polvo (US$ 6.1 millones).

Si bien el rol del concesionario ha sido clave, también debe reconocerse el trabajo de la APN, que ha promovido una visión de largo plazo orientada a la modernización del sistema portuario. Sus funciones técnicas, articuladora y de supervisión han sido determinantes para canalizar inversiones y garantizar el cumplimiento de los estándares operativos.

El caso de Paracas demuestra que la competitividad portuaria no depende únicamente del tamaño del muelle o la cantidad de grúas, sino de una combinación de factores: infraestructura moderna, conectividad terrestre, servicios logísticos eficientes y capacidad de integración a las rutas internacionales. Alterar el equilibrio alcanzado con un modelo que ha demostrado ineficacia implicaría un riesgo innecesario para la cadena logística del país. Más que limitar la participación privada, el reto está en consolidar y replicar modelos exitosos que generen valor para las regiones y el comercio exterior nacional.

 

FONTE: https://agraria.pe/noticias/volumen-movilizado-por-el-puerto-de-paracas-se-ha-multiplica-39730


Puerto de Paracas recibió por primera vez a la nave “One Sphere” de la naviera global Ocean Network Express

Puerto de Paracas recibió por primera vez a la nave  “One Sphere” de la naviera global Ocean Network Express
Con una capacidad de 13.700 TEU y más de 1.700 tomas de energía para contenedores refrigerados, el ONE Sphere inaugura el servicio de ONE (FXL) vía el Puerto de Paracas, con una descarga inicial de 500 contenedores nuevos, destinados a fortalecer la campaña de exportación de cítricos y paltas, entre otros productos de la temporada en el centro y sur del Perú.

(Agraria.pe) El jueves 8 de mayo, el Puerto de Paracas recibió al buque “ONE Sphere”, una de las más nuevas y sostenibles embarcaciones de la flota global de Ocean Network Express (ONE). Este será el primer arribo de la nave a nuestro terminal, consolidando una nueva conexión estratégica entre el Perú y los principales mercados del mundo.

Con una capacidad de 13.700 TEU y más de 1.700 tomas de energía para contenedores refrigerados, el ONE Sphere inaugura el servicio de ONE (FXL) vía el Puerto de Paracas, con una descarga inicial de 500 contenedores nuevos, destinados a fortalecer la campaña de exportación de cítricos y paltas, entre otros productos de la temporada en el centro y sur del Perú. Cabe destacar que este servicio ofrece una ruta directa desde Paracas hacia la costa oeste de los Estados Unidos.

César Rojas, gerente general del Puerto de Paracas, señaló que la llegada del ‘ONE Sphere’ no solo representa la apuesta de la línea naviera por nuestro puerto, sino también el resultado de un esfuerzo sostenido por elevar nuestros estándares operativos y de infraestructura. “Es una señal clara de que el mundo ve a Paracas como un punto logístico confiable y competitivo.”

Construido recientemente, el buque opera con tecnología preparada para combustibles sostenibles como metanol y amoníaco, y cuenta con un diseño aerodinámico en proa que permite reducir el consumo energético y la huella ambiental, en línea con los objetivos globales de descarbonización de ONE.

Desde su concesión en 2014, el Puerto de Paracas ha movilizado más de US$ 250 millones en inversiones destinadas a infraestructura y equipamiento. Para 2025, se proyecta alcanzar las 90 mil TEU y movilizar más de 3.5 millones de toneladas de carga general, impulsado por nuevas rutas, servicios especializados para carga refrigerada y la implementación de tecnologías como NAVIS N4.

El arribo de la “ONE Sphere” se suma a los servicios de otras navieras globales como MSC, Seaboard, Maersk y CMA CGM, consolidando al Puerto de Paracas como un eje logístico clave en el Pacífico sudamericano.

FONTE: https://agraria.pe/noticias/puerto-de-paracas-recibio-por-primera-vez-a-la-nave-one-sphe-39392


Obras no Moegão vão revolucionar recebimento de cargas no Porto de Paranaguá

Começaram as escavações e a concretagem das vigas de coroamento da moega, que vai revolucionar o recebimento de cargas no Porto de Paranaguá. A estrutura faz parte do complexo Moegão, a maior obra pública portuária em andamento no Brasil, que já está 23% executada. Na quarta-feira (29), a equipe da Diretoria de Engenharia e Manutenção da Portos do Paraná esteve no canteiro de obras para verificar o início da nova fase dos trabalhos.

Fotos: Claudio Neves/Portos do Paraná

Ao todo, a Portos do Paraná está investindo mais de R$ 600 milhões, incluindo a readequação rodoferroviária que compõe a estrutura do sistema exclusivo de descarga ferroviária de grãos e farelos. O Moegão terá capacidade para receber simultaneamente 180 vagões carregados de granéis sólidos vegetais (soja, milho e farelos de soja ou milho). O complexo contará com três linhas férreas independentes para o acesso das composições, sendo que, em cada uma delas, três vagões serão descarregados ao mesmo tempo. “O novo Moegão vai colocar o Porto de Paranaguá em um novo patamar. A agilidade no recebimento de produtos será algo inigualável, sem contar que estamos nos antecipando para atender a expansão do modal ferroviário, que deverá aumentar ainda mais o fluxo de cargas em direção ao Porto de Paranaguá”, destacou Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da Portos do Paraná.

Garcia aponta ainda que a nova estrutura reduzirá de 16 para cinco o número de cruzamentos férreos nas vias da cidade. Com isso, haverá menos interrupções no trânsito e, consequentemente, uma quantidade menor de caminhões transitando na região portuária.

Como o cronograma está sendo cumprido dentro dos prazos previstos, a expectativa é que toda a estrutura seja entregue em dezembro de 2025. “A obra está em ritmo acelerado, tanto na moega quanto nas galerias que vão distribuir a carga recebida”, avaliou Matheus Arnoni Mendes, coordenador de Fiscalização da Portos do Paraná.

Estrutura

O poço da moega terá 50 metros de comprimento, 17,5 metros de largura e 7 metros de profundidade. Já na área do poço do elevador da moega, a profundidade será de 14 metros. “Estamos com 144 colaboradores envolvidos nas atividades. Somente na moega, são cerca de 100 pessoas, e as outras 40 atuam nos projetos e nas compras”, disse Diego das Neves Linhares, engenheiro civil do consórcio responsável pelas obras.

Neves lembra que alguns pré-moldados já estão prontos e várias outras peças seguem em produção. “Temos 25 cones prontos, quatro pilares concretados e muitas armações preparadas para a produção de mais peças pré-moldadas para a próxima etapa da obra”, destacou.

De acordo com o engenheiro civil Luiz Fernando Delgado, parte da moega ficará abaixo do nível do mar, por isso está sendo aplicada uma técnica chamada jet grouting, que consiste na injeção de cimento misturado com água e areia no solo. “Usamos mais de mil toneladas de cimento ao longo de seis meses de trabalho para fazer a contenção. Sem isso, não seria possível realizar a escavação”, explicou.

A expectativa da Diretoria de Engenharia e Manutenção é que, a partir de fevereiro, comece o içamento das galerias do complexo, e, a partir do segundo semestre, inicie a instalação de parte dos equipamentos do sistema eletromecânico da moega.

Fonte: AEN-PR
FONTE: https://opresenterural.com.br/obras-no-moegao-vao-revolucionar-recebimento-de-cargas-no-porto-de-paranagua/

Tres puertos peruanos se posicionaron entre el top 100 de terminales portuarios con mayor conectividad en America Latina y el Caribe

¡𝐄𝐥 𝐏𝐞𝐫ú 𝐬𝐞 𝐞𝐬𝐭á 𝐜𝐨𝐧𝐯𝐢𝐫𝐭𝐢𝐞𝐧𝐝𝐨 𝐞𝐧 𝐮𝐧 𝐇𝐔𝐁 𝐦𝐚𝐫í𝐭𝐢𝐦𝐨 𝐞𝐧 𝐀𝐦é𝐫𝐢𝐜𝐚 𝐋𝐚𝐭𝐢𝐧𝐚!¿Sabías que nuestros puertos están escalando posiciones a nivel mundial y regional? Esto significa más oportunidades comerciales, mayor inversión extranjera y un impulso a nuestra economía.

𝐄𝐧 𝐞𝐥 𝐭𝐞𝐫𝐜𝐞𝐫 𝐭𝐫𝐢𝐦𝐞𝐬𝐭𝐫𝐞 𝐝𝐞 𝟐𝟎𝟐𝟒, ¿Sabías que nuestros puertos están escalando posiciones a nivel mundial y regional? Esto significa más oportunidades comerciales, mayor inversión extranjera y un impulso a nuestra economía.

¿Qué está pasando? Nuestros puertos están mejorando su conectividad, lo que facilita el comercio internacional y nos hace más competitivos en el mercado global. Pero, ¿qué implica esto para nuestras empresas y para el país en general?

  • El Perú se encuentra entre los 5 países de la región con mayor conectividad marítima, superando a grandes economías como Brasil y México.

¡Datos que hablan por sí solos!

¿Cuáles son estos puertos y cómo fue el desempeño general del sector portuario peruano en este período?

Al cierre del tercer trimestre de 2024, el Perú se mantuvo en la posición 37 del LSCI con 138 puntos, consolidándose entre los cinco países líderes de América Latina y el Caribe (ALC). En la región, se encuentra detrás de Panamá (26), México (27), Colombia (28) y Brasil (34). Cabe resaltar que, desde el 2006, nuestro país ha mostrado una evolución destacada del puesto 51 al 37, y se consolida como uno de los países con mayor progreso en ALC, junto a Panamá (puesto 37 en 2006).

En cuanto a sus principales puertos, El Callao lideró como el mejor terminal portuario peruano en conectividad marítima, al ubicarse en el puesto 68 del rankingglobal, con 292 puntos. Este resultado representa un avance de seis posiciones con respecto al cierre de 2023 y de 24 posiciones frente al primer trimestre de 2006 (92).

Por su parte, el puerto de Paita alcanzó la posición 181 con 140 puntos, lo que reflejó una mejora de 16 posiciones con relación a finales de 2023. En contraste, el puerto de Pisco[1] cayó 30 posiciones globales respecto del cierre de 2023, al situarse en el puesto 356 con 60 puntos. Ello sería explicado por una mejora en el posicionamiento de los puertos asiáticos y europeos.

Otros puertos nacionales, como Salaverry (672, con 18 puntos), Ilo (740, con 13.5 puntos), Matarani (740, con 13.5 puntos) e Iquitos (776, con 12 puntos), también figuran en el ranking, aunque con menor protagonismo.

¿Qué significa esto para el futuro?

  • Mayor atracción de inversiones: Las empresas internacionales buscan puertos eficientes y bien conectados para sus operaciones.
  • Crecimiento económico: Un comercio exterior más dinámico genera empleo y desarrollo en diversas regiones del país.
  • Fortalecimiento de la cadena logística: Una mejor conectividad marítima agiliza el transporte de mercancías y reduce costos.

¿Qué desafíos enfrentamos y cómo podemos aprovechar esta oportunidad?

  • Inversión en infraestructura: Necesitamos seguir modernizando nuestros puertos y mejorando la conectividad terrestre.
  • Capacitación de personal: La demanda por profesionales especializados en logística y comercio exterior crecerá.
  • Promoción del Perú como hub logístico: Debemos posicionarnos como un destino atractivo para las empresas globales.

Dato adicional: Según un estudio reciente de la UNCTAD, el tamaño promedio de los buques de carga está aumentando significativamente. Para 2025 y 2026 se espera que haya 488 nuevos buques de gran tamaño. Esto representa una gran oportunidad para nuestros puertos, pero también un desafío, ya que requerirá inversiones en infraestructura para adaptarse a estas nuevas embarcaciones.

 

FONTE: https://www.linkedin.com/pulse/tres-puertos-peruanos-se-posicionaron-entre-el-top-de-utdse/


Com fim de derrocagem e calado de 13,1 metros, Porto de Paranaguá amplia produtividade

A produção operacional da Portos do Paraná será ainda mais significativa com o aumento de 30 centímetros no calado em diversos pontos da Baía de Paranaguá. Com isso, a capacidade de carregamento dos navios de granéis sólidos, por exemplo, terá um acréscimo de cerca de 2 mil toneladas, tanto para o recebimento quanto para o embarque no Porto de Paranaguá.

A atualização do calado, que corresponde à distância entre o ponto mais profundo da embarcação (quilha) e a superfície da água, entrou em vigor no final de novembro e foi divulgada na Portaria nº 306/2024, da Norma de Tráfego Marítimo e Permanência nos Portos de Paranaguá e Antonina – Edição 2024.

“Essa conquista operacional só foi possível graças à finalização das obras de derrocagem da Pedra da Palangana em novembro e ao trabalho conjunto entre a Portos do Paraná, a Marinha do Brasil através da Capitania dos Portos do Paraná, a Praticagem local e a comunidade portuária de um modo geral”, destaca Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da Portos do Paraná.

“A medida proporciona mais segurança operacional e eleva a produtividade das operações, principalmente na exportação de soja e importação de fertilizantes”, explica.

Com a remoção de parte da Pedra da Palangana, localizada no Canal de Acesso, a passagem a Paranaguá e à Bacia de Evolução foi facilitada. Essa mudança garantiu mais espaço, agilidade e segurança nas manobras dos navios, diminuindo os riscos de navegação. Além do aumento de calado, foi retirada a restrição para o uso de maré, sendo possível navegar com o calado de 13,10 m na maré zero, o que amplia ainda mais as janelas de navegação na Portos do Paraná.

“Com o calado maior, podemos receber navios mais pesados, que realizarão manobras e operações com maior segurança e eficiência no Porto de Paranaguá. Além disso, a redução do tempo de espera para atracação e desatracação oferece uma vantagem financeira aos clientes, que podem operar um volume maior de mercadorias em uma única viagem de forma mais rápida”, explicou Garcia.

AMPLIAÇÕES NO CAIS – Ao todo, 11 berços e dois píeres tiveram aumento de calado. O berço 201, que compõe o Corredor de Exportação Oeste, e os berços 202 e 204, responsáveis pela movimentação de granéis sólidos de exportação e carga geral, passaram de 12,8 m para 13,1 m.

Os berços 209 e 211, dedicados à movimentação de fertilizantes, assim como os berços 212, 213 e 214, conhecidos como o Corredor de Exportação Leste, também tiveram o aumento de 12,8 m para 13,1 m. Parte do berço 208, que opera fertilizantes, passou de 11 m para 13,1 m.

Dois píeres apresentaram aumento no calado operacional: o berço externo do píer Terminal de Uso Privado (TUP) de granéis líquidos e o berço externo do píer da área arrendada de fertilizantes. A movimentação de contêineres, também passou por um aumento, de 12,3 m para 12,6 m nos berços 216 e 218, proporcionando um ganho de capacidade de 220 TEUs (unidade padrão equivalente a um contêiner de 20 pés) por navio.

DERROCAGEM – A obra de derrocagem consistiu na remoção da ponta de um maciço rochoso submerso na área de manobra do Porto de Paranaguá, conhecido como Pedra da Palangana. Esse obstáculo, considerado perigoso para a navegação, limitava a capacidade e o tráfego de navios na entrada da Baía.

Ao todo, foram removidos aproximadamente 20,0 mil metros cúbicos de rocha, o que representa apenas 10% da formação rochosa total, estimada em mais de 200 mil m³. A obra foi realizada em conformidade com as medidas estabelecidas no licenciamento ambiental federal nº 1144/2016, emitido pelo Ibama.

PRODUTIVIDADE – O Porto de Paranaguá registrou neste ano cinco meses de recordes de operação, em janeiro, fevereiro, março, junho e agosto. Este último teve a maior movimentação da história do porto: foram 6.869.966 toneladas movimentadas, 4% a mais em relação ao recorde anterior, alcançado em junho deste ano (6.582.670 toneladas).

FONTE: https://www.aen.pr.gov.br/Noticia/Com-fim-de-derrocagem-e-calado-de-131-metros-Porto-de-Paranagua-amplia-produtividade


Puerto de Paracas: un motor clave para el desarrollo del sur de Perú

Los puertos son puntos de intercambio que conectan geografías y mercados. Juegan un papel crucial en el desarrollo económico-comercial, siendo puntos de entrada y salida para productos que abastecen tanto el mercado interno como el internacional.

“Por vía marítima se mueve en promedio el 85 % del comercio internacional. Perú está bendecido geográficamente al estar frente al océano Pacífico, que es el centro económico global”. 

Juan Carlos Paz, presidente de la Autoridad Portuaria Nacional (APN).

En Perú, el Puerto de Paracas destaca como uno de los principales motores de la economía del sur del país. Modernizado y adaptado a los más altos estándares internacionales, se ha consolidado como un pilar del comercio exterior peruano. Desde su concesión en 2014 y con al menos 240 millones de dólares invertidos en la reconstrucción del terminal luego de los daños que sufrió tras el devastador terremoto de 2007, el Puerto de Paracas  ha crecido para convertirse en un referente en la logística de importación, exportación y sostenibilidad.

La actividad portuaria impulsa el crecimiento económico, crea empleo, incrementa la productividad y contribuye con el desarrollo de los sectores del Comercio Exterior y sus cadenas de valor.
La actividad portuaria impulsa el crecimiento económico, crea empleo, incrementa la productividad y contribuye con el desarrollo de los sectores del Comercio Exterior y sus cadenas de valor. | Fuente: Puerto de Paracas

Actualmente, el Puerto de Paracas moviliza más de 3 millones de toneladas de carga cada año y conecta a regiones clave como el sur de Lima, Ica, Arequipa, Moquegua y Tacna con mercados internacionales.

Puerto de Paracas cree que el verdadero motor de sus operaciones es su gente.
Puerto de Paracas cree que el verdadero motor de sus operaciones es su gente. | Fuente: Puerto de Paracas

Porto de Paracas fará forte investimento em infraestrutura portuária

Num contexto de números de crescimento económico tépidos , o primeiro trimestre de 2024 foi auspicioso para o Porto de Paracas (PdP), que conseguiu uma recuperação de 80% das suas receitas em relação ao período semelhante de 2023 .

Sua unidade de negócios de contêineres ultrapassou os 15 mil TEU movimentados em março , chegando a 19 mil TEU movimentados no final de abril . Além disso, chegaram cerca de 10 navios de cruzeiro que, somados aos que chegaram no último trimestre de 2023, ultrapassam os 20. Diante disso, quais ações você planeja para este ano? Seu novo gerente geral, César Rojas , explicou que os resultados obtidos nos primeiros meses se devem à contínua convocação da transportadora MSC , à qual se somaram a Maersk e uma terceira linha como a Seaboard Marine , especializada em agronegócio , que começou para visitar Paracas desde abril. “Tem sido um bom trimestre, crescemos até 80% na carga geral, atingindo 0,93 milhão de toneladas”, argumentou.

Nesse sentido, a expectativa para 2024 é duplicar o número de contentores mobilizados . A meta é chegar a 60 mil TEUS mobilizados , enquanto, na carga geral, espera-se avançar 20% em relação a 2023 e 5% em relação a 2022.

“A maior oportunidade está no crescimento dos contêineres , impulsionado principalmente pelas agroexportações. Até 2024, estimamos escoar 30% da produção da nossa área de influência e até 2025 38% ”, afirmou.

Embora até ao momento já tenham chegado ao Porto de Paracas três companhias marítimas , outro dos objectivos traçados é a chegada de uma quarta companhia marítima , tendo em conta que as companhias marítimas com as quais trabalha dirigem-se para os Estados Unidos e Europa , com tráfego para o destino gratuitamente para a Ásia . Perante isto, o executivo referiu que estão em negociações com diversas companhias marítimas para atracar em Pisco, tendo em consideração que 10% das empresas localizadas na sua área de influência se dirigem ao mercado asiático .

Acrescentou que “ já existem algumas linhas com propostas sérias para cobrir a rota para a Ásia ”. “Projetamos que estejam concluídos até à época das uvas , ou seja, no final de outubro ou início de novembro de 2024”, acrescentou.

Investimentos em andamento

Rojas sublinhou que estão a ser atribuídos perto de 15 milhões de dólares entre 2023 e 2024 para aumentar a capacidade do porto , com o objectivo de prestar um serviço ágil, eficiente e seguro, e ao mesmo tempo ter uma operação sustentável .

“Entre as aquisições mais notáveis ​​estão o guindaste móvel Liebherr (US$ 4,9 milhões) , uma moega ecológica (US$ 1,7 milhão). Bem como a implementação do sistema operacional NAVIS (US$ 2 milhões) ; correias marítimas (US$ 2,2 milhões); a compra de dois guindastes para movimentação de sucata (US$ 1,7 milhão) e outros dois guindastes para contêineres vazios; “melhorias na área de armazenagem e ampliação de conexões para contêineres refrigerados (US$ 1,5 milhão) ”, explicou.

O novo sistema operativo NAVIS, que é uma plataforma tecnológica que irá optimizar a eficiência portuária e ajudar a dinamizar a circulação de mercadorias, seria implementado entre o final de Fevereiro e o início de Março de 2025.

“Há um investimento adicional de US$ 120 mil para melhorar o sistema operacional atual ”, frisou. Entretanto, prevê-se que entre Setembro e Outubro deste ano sejam instaladas 840 ligações frigoríficase, até Junho, a instalação de uma segunda moega ecológica para embarque de clínquer.

Fonte: comexonline.com.ar

 

FONTE: https://mascontainer.com/puerto-de-paracas-hara-fuerte-inversion-en-infraestructura-portuaria/


Cuatro navieras foráneas envían agroexportaciones del sur por Puerto Paracas

A partir del 9 de julio, la naviera francesa CMA CGM iniciará un nuevo servicio semanal de transporte de contenedores desde el Puerto de Paracas (PdP), fortaleciendo la conexión del sur de Perú con Estados Unidos y Europa vía Cartagena (Colombia).

Este servicio, llamado Américas XL, está dirigido a la agroexportación del país y está enfocado principalmente en las rutas a Norteamérica desde Puerto de Paracas, ofreciendo tiempos de tránsito muy competitivos: 11 días a Puerto Everglades, 14 días a Philadelphia y 16 días a Nueva York.
El PdP detalló que este servicio también permite la conexión con destinos europeos, incluyendo rutas a Rotterdam, Londres y Algeciras.

Cítricos

Resaltó que Américas XL está diseñado para atender las temporadas de cítricos, paltas, uvas y otros cultivos de agroexportación del sur de Perú.
Considera las franjas estacionales de la región de Ica: para cítricos y paltas, desde la semana 28 a la 33, y para uvas, desde la semana 47 (2024) a la 9 (2025).
"Es un gran beneficio para los clientes que el puerto esté cerca de las operaciones agroindustriales, porque contempla tiempos de tránsito eficientes hacia el mercado norteamericano. Además podrán contar durante toda la semana con servicios competitivos, sin la necesidad de recurrir a otros puertos”, precisó el gerente general de Puerto de Paracas, César Rojas.

Más servicios

Con esta incorporación, el Puerto de Paracas ahora cuenta con servicios semanales de cuatro navieras internacionales de primer nivel: CMA CGM, Maersk, MSC y Seaboard.
Al cierre del primer semestre del 2024, este terminal ha alcanzado aproximadamente los 22,000  TEUs (11,000 contenedores) movilizados. Incluyendo la incorporación de CMA CGM se espera alcanzar los 60,000 TEUs al cierre del 2024.
"El sur de Perú es una región vital para la agroexportación, y estamos comprometidos con ofrecer soluciones logísticas que apoyen su crecimiento y competitividad en el mercado global, y para ello trabajamos permanentemente con los distintos actores de la cadena de valor", puntualizó Rojas.

Terminal portuario

El Puerto de Paracas (PdP) se ha convertido en un punto nodal en la cadena de exportación e importación de la región sur del Perú y un actor clave en el comercio internacional de productos provenientes de Lima, Pisco, Ica, Nazca, Ayacucho, Huancavelica, Apurímac, Arequipa y Moquegua, entre otros.
Entre las ventajas competitivas del puerto destacan su alta capacidad y ubicación. "Se encuentra a una distancia de entre 30 minutos y dos horas de las operaciones de sus clientes, lo que se traduce en menores tiempos de espera y trayectos, proporcionando una serie de eficiencias que aportan significativamente a su gestión", señaló.
FONTE: https://andina.pe/agencia/noticia-cuatro-navieras-foraneas-atienden-agroexportaciones-del-sur-desde-puerto-paracas-990752.aspx

Naviera francesa en el puerto de Paracas

A partir del 9 de julio, la naviera francesa CMA CGM iniciará el servicio semanal de transporte de contenedores desde el puerto de Paracas (PdP), fortaleciendo la conexión del sur del Perú con Estados Unidos y Europa vía Cartagena.

Este servicio, llamado Americas XL, está dirigido a la agroexportación del país y enfocado principalmente en las rutas a Norteamérica desde el puerto de Paracas, ofreciendo tiempos de tránsito competitivos: 11 días a puerto Everglades, 14 a Philadelphia y 16 a Nueva York.

Este servicio también permite conectarse con destinos europeos, incluyendo rutas a Róterdam, Londres y Algeciras.

Asimismo, se consideran las franjas estacionales de la región de Ica: para cítricos y paltas, desde la semana 28 a la 33, y para uvas, desde la semana 47 (2024) a la nueve (2025).

Al cierre del primer semestre del presente año, el terminal de Paracas alcanzó aproximadamente lo 11,000 contenedores movilizados.

FONTE: https://elperuano.pe/noticia/246427-naviera-francesa-en-el-puerto-de-paracas


Como estão as obras de construção de novo porto em São Francisco do Sul

Novo porto vai entrar em operação no primeiro semestre de 2025 (foto: Divulgação)

Novo porto privado em construção em São Francisco do Sul tem estimativa de início de operações em abril de 2025, com estimativa de movimentação de seis milhões de toneladas anuais. O Terminal de Granéis de Santa Catarina (TGSC) está sendo instalado no Morro Bela Vista, em área próxima ao porto de São Francisco do Sul. O investimento será de R$ 430 milhões.

O TGSC, um terminal de uso privado (TUP), teve início das obras no ano passado. Neste momento, estão sendo instaladas fundações das estruturas no setor do mar (offshore). Também estão sendo montadas as estruturas metálicas nos módulos por onde passarão das esteiras de transporte de cargas. Há obras também em terra, como bases dos transportadores e edificações, entre outras.

O píer terá 255 metros de comprimento, com dois berços de atracação. A capacidade de armazenamento na retroárea será de 135 mil toneladas de granéis, com armazém horizontal e seis silos verticais. O TGSC terá foco na movimentação de soja, milho e farelo. O início das operações do porto no ano que vem é levado em conta nas projeções de ampliação do movimento de cargas no Complexo Portuário de São Francisco do Sul, conforme a versão preliminar do plano mestre, em fase de consulta pública desde o dia 10.

A projeção do plano mestre prevê avanço de 77% até 2035, podendo chegar a 109%, em cenário mais otimista. O complexo na Babitonga é formado pelo Porto de São Francisco do Sul (cais público e TESC), Porto Itapoá e Terminal Gás Sul, perto de entrar em operação, além do TGSC. Em São Francisco do Sul, outros dois terminais de uso privados, o Terminal Graneleiro da Babitonga e Terminal Mar Azul, têm licença da Secretaria Nacional dos Portos.

 

FONTE: https://www.nsctotal.com.br/colunistas/saavedra/como-estao-as-obras-de-construcao-de-novo-porto-em-sao-francisco-do-sul


Puerto de Paracas aumentó sus despachos en 387% y en Paita cayeron 42%

El primer trimestre de 2024 ha reportado resultados opuestos para los puertos peruanos de Paita y Paracas. El total de exportaciones combinadas de ambos terminales se contrajo en 25.7%, pasando de 384,238 toneladas movilizadas en el primer trimestre del 2023 a 285,482 toneladas en el mismo periodo del presente año. Sin embargo, al desglosar el valor total, se obtienen resultados muy diferentes: Paita movilizó 215,082 toneladas (-42%), mientras que Paracas 70,400 toneladas (+387%).

Dentro del referido volumen, Puerto de Paracas (operado por Terminal Portuario Paracas) exportó 10 productos agrícolas, con la uva encabezando esa lista con 57.5% del total (40,482 toneladas). La cebolla representó el 25.5% (17,922 toneladas); seguida por la granada, con un 8.3% (5,872 toneladas); la palta, con 4.7% (3,325 toneladas); y el cacao, un 2.9% (2,040 toneladas).

Desde Paita (operado por Terminales Portuarios Euroandinos), por su parte, se han exportado 32 productos agrícolas, siendo el mango el más despachado con 28% (60,161 toneladas). Detrás de ese fruto se ubicaron el banano, con

22.5% (48,306 toneladas); el arándano, con 13.8% (29,752 toneladas); el café, con 11.4% (24,541 toneladas); y el limón, con 9.8% (21,057 toneladas), reportó Fresh Fruit.

FONTE: https://gestion.pe/economia/empresas/puerto-de-paracas-aumento-sus-despachos-en-387-y-en-paita-cayeron-42-empresas-puertos-noticia/


Perú se promociona como destino para cruceros en evento Seatrade Cruise Global 2024

PromPerú resaltó la exitosa participación de la delegación peruana en el Seatrade Cruise Global 2024, celebrado del 8 al 11 de abril en Miami.

Este evento, que atrae cada año a más de 10 mil visitantes, es reconocido internacionalmente como la cumbre de la industria de cruceros. Esta ha sido una oportunidad única para destacar la oferta turística de Perú y fortalecer la presencia del país en el sector.

La industria mundial de cruceros oceánicos muestra una notable recuperación tras la pandemia. Se estima un tamaño de mercado de US$ 66,2 mil millones para 2024, lo que representa un aumento del 13,8% respecto al año anterior.

Asimismo, se proyecta que el número de pasajeros alcance los 30 millones este año, superando los niveles previos a la pandemia. Este crecimiento se debe, en parte, a la incorporación de embarcaciones más modernas y ecológicas, alineándose con las demandas de viajes sostenibles y expandiendo su atractivo entre diversos grupos de viajeros.

“Es importante señalar que el impacto económico global de esta industria se estima en US$ 155 mil millones como resultado global generado”, señaló PromPerú.

Durante el Seatrade Cruise Global 2024, representantes de PromPerú, la Cámara Nacional de Turismo (Canatur), el Puerto de Paracas y el Proyecto de Terminal de Cruceros Bahía de Miraflores demostraron el compromiso de Perú con el turismo y su interés en atraer a más cruceros a sus costas.

Se han logrado sinergias con otros países para fortalecer la atracción de la región a la oferta de cruceros a nivel global. La alianza entre Perú, Chile, Colombia y Ecuador busca posicionar a la región como un destino turístico inigualable y atractivo para las principales líneas de cruceros del mundo. En ese camino se encuentran los esfuerzos realizados en el Puerto de Paracas, que en 2023 registró un incremento de casi 5 veces más cruceros atendidos, en comparación con el año previo.

“Desde PromPerú, se busca un mejor posicionamiento del Perú dentro de la industria de cruceros, así como alcanzar otros convenios comerciales para posicionar la oferta exportable peruana a bordo de los barcos”, indicó el organismo promotor peruano.

 

FONTE: https://www.turiweb.pe/peru-se-promociona-como-destino-para-cruceros-en-evento-seatrade-cruise-global-2024/


Puerto de Paracas despachó 70.400 toneladas en el primer trimestre del año, mostrando un aumento de 387%

(Agraria.pe) El inicio de 2024 ha marcado un periodo opuesto para los puertos peruanos de Paita y Paracas. El total de exportaciones combinadas de ambos se contrajo en -25.7%, pasando de 384.238 toneladas movilizadas en el primer trimestre del 2023 a 285.482 toneladas en el mismo periodo del 2024. Pero al desglosar el valor total, se obtienen resultados muy diferentes: el Puerto de Paita movilizó 215.082 toneladas (-42%), mientras que Paracas 70.400 toneladas (+387%).

El Puerto de Paracas ha exportado diez productos agrícolas, con la uva encabezando la lista con un 57.5% del total (40.482 toneladas). La cebolla representó el 25.5% (17.922 toneladas); seguida por la granada, con un 8.3% (5.872 toneladas); la palta, con un 4.7% (3.325 toneladas); y el cacao, con un 2.9% (2.040 toneladas).

Desde Paita se han exportado 32 productos agrícolas, siendo el mango el más exportado con un 28.0% (60.161 toneladas). Detrás se ubicaron el banano, con un 22.5% (48.306 toneladas); el arándano, con un 13.8% (29.752 toneladas); el café, con un 11.4% (24.541 toneladas); y el limón, con un 9.8% (21.057 toneladas).

Los Estados Unidos se mantuvo como el destino principal para ambos puertos, con 68.040 toneladas (31.6%), desde Paita, y 44.596 toneladas (63.3%), desde Paracas. Por su parte, los Países Bajos recibieron 59,313 toneladas (27.6%), desde Paita, y 11,901 toneladas (16.9%), desde Paracas.

En cuanto a las empresas protagonistas de las agroexportaciones, en Paracas lideraron Uvica S.A.C., con 7,854 toneladas (11.2%); El Pedregal S.A., con 4,058 toneladas (5.8%); y Agrilor S.A.C., con 3,922 toneladas (5.6%).

En Paita, Camposol S.A. lideró con 16,489 toneladas (7.7%); seguido por Pronatur S.A.C., con 7,881 toneladas (3.7%); y Hortifruit - Perú S.A.C., con 7,251 toneladas (3.4%).

Fuente: Fresh Fruit

 

FONTE: https://agraria.pe/noticias/puerto-de-paracas-despacho-70-400-toneladas-en-el-primer-tri-35364


Maersk anuncia retorno del servicio CLX desde Puerto de Paracas para exportar productos hacia Norteamérica y Europa

Maersk volverá a operar el servicio CLX desde el Puerto de Paracas con destino a Norteamérica y Europa, permitiendo la exportación semanal de contenedores con productos cultivados en el sur del Perú. El Puerto de Pisco sustituirá al Puerto del Callao en esta ruta.

En noviembre pasado, se anunció la inclusión del Puerto de Pisco, operado por el Terminal Portuario Paracas, en las escalas programadas de la naviera danesa. En ese mismo mes, llegó el primer portacontenedores de esta operación.

A partir del 28 de abril, Maersk retomará el servicio CLX, embarcando semanalmente contenedores de productos como palta, cítricos y cebolla cultivados en el sur del país desde el Puerto de Paracas.

El itinerario de Maersk hacia Europa comenzará en Valparaíso (Chile), pasando por Puerto de Paracas (Pisco, Perú), Manzanillo (México), Balboa (Panamá), Algeciras (España), Amberes (Bélgica), Rotterdam (Países Bajos) y Hamburgo (Alemania).

Para Estados Unidos, se tienen programados atracos en ambas costas. En la costa oeste, los destinos serán Hueneme y Los Ángeles, mientras que en la costa este serán Port Everglades, Savannah, Wilmington y Filadelfia.

Este servicio conectará principalmente con destinos en Europa y Norteamérica, vía Panamá para las rutas hacia Norteamérica, según la operadora peruana encargada del Puerto General San Martín de Pisco.

 

FONTE: https://logista.pe/maersk-anuncia-retorno-del-servicio-clx-desde-puerto-de-paracas-para-exportar-productos-hacia-norteamerica-y-europa/